Textos produção de açúcar- PIP
Escolha um dos trechos abaixo para comentar. Redija um pequeno parágrafo e apresente para seus colegas.
Texto 1:
E verdadeiramente quem via na escuridade da noite aquelas fornalhas tremendas perpetuamente ardentes (...) o ruído das rodas, das cadeias, da gente toda de cor da mesma noite, trabalhando vivamente, e gemendo tudo ao mesmo tempo, sem momento de tréguas, nem de descanso; quem vir enfim toda a máquina e aparato confuso e estrondoso daquela Babilônia, não poderá duvidar, ainda que tenha visto [vulcões], que é uma semelhança do inferno.
Padre Antonio Vieira (meados do século XVII)
ATIVIDADES
a)Quando foi escrito o texto?
b) Havia leis trabalhistas como nos tempos modernos?
c)Quem escreveu o texto?
d) De que o autor está se referindo com o texto?
Texto 2: Uma verdadeira fábrica
Até o século XVIII, a produção de açúcar na colônias americanas foi a atividade mais complexa e mecanizada conhecida pelos europeus. A necessidade da produção em larga escala organizou o trabalho, nas unidades açucareiras, dentro de um rígido espírito de ordem, hierarquia, seqüência e disciplina. Visto desse ângulo, constituiu-se, caracteristicamente, em manufatura moderna. Em seu espaço, o processo produtivo decompôs o ofício manual, especializou ferramentas, formou trabalhadores parciais, agrupando-os e combinando-os num mecanismo único.
FERLINI, Vera Lúcia Amaral. A civilização do açúcar: séculos XVI a XVIII. São Paulo: Brasiliense, 1987. p. 46. (Coleção Tudo é história)
e) Onde era a produção de açúcar?
Texto 3:
A jornada de trabalho dos engenhos estendia-se aos limites da exaustão física: moendo ininterruptamente, utilizavam dois turnos de trabalhadores. (...) Durante a safra, o engenho operava vinte horas seguidas (...).
FERLINI, Vera Lúcia Amaral. A civilização do açúcar: séculos XVI a XVIII. São Paulo: Brasiliense, 1987. p. 46. (Coleção Tudo é história)
f) Quais os turnos trabalhados nos engenhos?Quantas horas diárias? Quem trabalhava?
Texto 4:
No século XVI, a mão-de-obra básica, em muitos engenhos, era formada por indígenas aprisionados pelas expedições portuguesas ao interior da colônia. No engenho do Sergipe, por exemplo, durante o ano de 1572, os índios ocupavam-se de tarefas de muita responsabilidade e apareciam em maior número que os africanos.
TRINDADE, Etelvina. O trabalho nos engenhos. São Paulo: Atual, 1996. p. 19
g)De acordo com o texto,quem trabalhava nos Engenhos?
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Extração de ouro e diamantes (crv)
Extração de ouro e diamantes
Durante o período áureo da extração do ouro e dos diamantes em Minas, interessou à Metrópole a manutenção da ocupação indígena das regiões do vale do rio Doce e do rio Mucuri. Essa ocupação e a conservação da floresta, que cobria as regiões, serviam de barreiras naturais e dificultavam o descaminho do ouro. Com a decadência da extração do ouro e das pedras preciosas, o interesse da metrópole se deslocou para a conquista e expansão de áreas para a colonização.
Os grupos remanescentes de indígenas existentes hoje em Minas Gerais foram, em sua maioria, aqueles que sobreviveram ao processo de conquista do território, empreendido no século XIX.
Ao final da atividade, se poderá propor aos alunos a realização de uma pesquisa sobre os grupos indígenas existentes em Minas Gerais. Poderá ser proposta também a realização de uma pesquisa sobre as novas frentes de conquista do território brasileiro, por exemplo, a da região amazônica.
1) Qual a imagem que o príncipe regente tinha dos indígenas brasileiros?
2) O quê ele pretendia que fosse com eles realizado?
3) O quê era a civilização segundo a compreensão do Príncipe? Como ela poderia ser alcançada?
4) O quê significava para o Príncipe regente levar a paz para os indígenas?
5) Quais são os grupos indígenas mencionados na carta?
6) Quais os motivos são listados para se decretar guerra a esses indígenas?
Pesquisa: Preparar uma curta exposição sobre a vinda da Corte portuguesa para o Brasil.
Durante o período áureo da extração do ouro e dos diamantes em Minas, interessou à Metrópole a manutenção da ocupação indígena das regiões do vale do rio Doce e do rio Mucuri. Essa ocupação e a conservação da floresta, que cobria as regiões, serviam de barreiras naturais e dificultavam o descaminho do ouro. Com a decadência da extração do ouro e das pedras preciosas, o interesse da metrópole se deslocou para a conquista e expansão de áreas para a colonização.
Os grupos remanescentes de indígenas existentes hoje em Minas Gerais foram, em sua maioria, aqueles que sobreviveram ao processo de conquista do território, empreendido no século XIX.
Ao final da atividade, se poderá propor aos alunos a realização de uma pesquisa sobre os grupos indígenas existentes em Minas Gerais. Poderá ser proposta também a realização de uma pesquisa sobre as novas frentes de conquista do território brasileiro, por exemplo, a da região amazônica.
1) Qual a imagem que o príncipe regente tinha dos indígenas brasileiros?
2) O quê ele pretendia que fosse com eles realizado?
3) O quê era a civilização segundo a compreensão do Príncipe? Como ela poderia ser alcançada?
4) O quê significava para o Príncipe regente levar a paz para os indígenas?
5) Quais são os grupos indígenas mencionados na carta?
6) Quais os motivos são listados para se decretar guerra a esses indígenas?
Pesquisa: Preparar uma curta exposição sobre a vinda da Corte portuguesa para o Brasil.
Expansão econômica européia e descobrimentos marítimos nos séculos XV e XVI(crv)
O texto que segue trata das grandes navegações realizadas pelos europeus ao longo dos século XV e XVI. Leia-o com atenção para depois responder o que se pede.
Texto 1:
Ao longo da História, os oceanos foram sendo lentamente enfrentados pelos homens. Há mais de 500 anos, a conquista dos oceanos, e especialmente do Oceano Atlântico, ganhou enorme impulso, no processo que é conhecido como ‘As grandes navegações’.
Enfrentar os oceanos foi tarefa coletiva. Dependeu da conjugação de interesses e esforços não apenas de reis, grandes senhores e ricos mercadores, mas também de cientistas, cartógrafos, armadores, artesãos, funcionários públicos, pilotos, e, principalmente, dos marinheiros humildes que, durante meses, às vezes anos, abandonavam a segurança de suas casas para se aventurar, em minúsculas embarcações, por ‘mares nunca de antes navegados’., imensos oceanos para eles desconhecidos.
Enfrentar os oceanos foi tarefa lucrativa, apesar das perdas humanas e materiais durante as viagens. As terras onde os europeus aportaram, na África, América e Ásia, renderam-lhes riquezas fabulosas, em geral extorquidas à força e graças à exploração do trabalho de outros povos. Os nascentes Estados nacionais europeus e seus segmentos comerciais fortaleceram-se, acumulando grande capital.
Enfrentar os oceanos foi tarefa que exigiu muitos conhecimentos. Dependeu de progressos anteriores na construção náutica, na cartografia, na astronomia, na matemática, nos primeiros instrumentos náuticos. Dependeu da formação de uma mentalidade moderna, voltada para o conhecimento, a experiência e a valorização da técnica e da ciência, em busca de novos horizontes econômicos e culturais.
Enfrentar os oceanos foi tarefa que gerou muitos conhecimentos. À medida que as viagens se sucediam, as informações sobre diversos aspectos das novas terras, mares e céus se acumulavam, bem como se aprimoravam os instrumentos científicos. Poucos períodos da História humana assistiram ao surgimento de um número tão grande de novas informações quanto o início da Época Moderna.
Enfrentar os oceanos foi tarefa arriscada. Apesar do avanço dos conhecimentos náuticos, os primeiros navegadores enfrentaram os oceanos sem saber realmente o quê encontrariam pela frente e com embarcações e instrumentos aquém de suas necessidades. A experiência acumulada nas viagens permitiu aperfeiçoar os modos de navegar e diminuir os riscos.
AMADO, Janaína e FIQUEIREDO, Luiz Carlos. No tempo das caravelas. São Paulo: Contexto, 1992. (Col. História Contexto)
Questões:
1) Por que enfrentar os oceanos foi tarefa coletiva?
2) Por que enfrentar os oceanos foi tarefa lucrativa?
3) Por que enfrentar os oceanos foi tarefa que exigiu muitos conhecimentos?
4) Por que enfrentar os oceanos foi tarefa que gerou muitos conhecimentos?
5) Por que enfrentar os oceanos foi tarefa arriscada?
Texto 1:
Ao longo da História, os oceanos foram sendo lentamente enfrentados pelos homens. Há mais de 500 anos, a conquista dos oceanos, e especialmente do Oceano Atlântico, ganhou enorme impulso, no processo que é conhecido como ‘As grandes navegações’.
Enfrentar os oceanos foi tarefa coletiva. Dependeu da conjugação de interesses e esforços não apenas de reis, grandes senhores e ricos mercadores, mas também de cientistas, cartógrafos, armadores, artesãos, funcionários públicos, pilotos, e, principalmente, dos marinheiros humildes que, durante meses, às vezes anos, abandonavam a segurança de suas casas para se aventurar, em minúsculas embarcações, por ‘mares nunca de antes navegados’., imensos oceanos para eles desconhecidos.
Enfrentar os oceanos foi tarefa lucrativa, apesar das perdas humanas e materiais durante as viagens. As terras onde os europeus aportaram, na África, América e Ásia, renderam-lhes riquezas fabulosas, em geral extorquidas à força e graças à exploração do trabalho de outros povos. Os nascentes Estados nacionais europeus e seus segmentos comerciais fortaleceram-se, acumulando grande capital.
Enfrentar os oceanos foi tarefa que exigiu muitos conhecimentos. Dependeu de progressos anteriores na construção náutica, na cartografia, na astronomia, na matemática, nos primeiros instrumentos náuticos. Dependeu da formação de uma mentalidade moderna, voltada para o conhecimento, a experiência e a valorização da técnica e da ciência, em busca de novos horizontes econômicos e culturais.
Enfrentar os oceanos foi tarefa que gerou muitos conhecimentos. À medida que as viagens se sucediam, as informações sobre diversos aspectos das novas terras, mares e céus se acumulavam, bem como se aprimoravam os instrumentos científicos. Poucos períodos da História humana assistiram ao surgimento de um número tão grande de novas informações quanto o início da Época Moderna.
Enfrentar os oceanos foi tarefa arriscada. Apesar do avanço dos conhecimentos náuticos, os primeiros navegadores enfrentaram os oceanos sem saber realmente o quê encontrariam pela frente e com embarcações e instrumentos aquém de suas necessidades. A experiência acumulada nas viagens permitiu aperfeiçoar os modos de navegar e diminuir os riscos.
AMADO, Janaína e FIQUEIREDO, Luiz Carlos. No tempo das caravelas. São Paulo: Contexto, 1992. (Col. História Contexto)
Questões:
1) Por que enfrentar os oceanos foi tarefa coletiva?
2) Por que enfrentar os oceanos foi tarefa lucrativa?
3) Por que enfrentar os oceanos foi tarefa que exigiu muitos conhecimentos?
4) Por que enfrentar os oceanos foi tarefa que gerou muitos conhecimentos?
5) Por que enfrentar os oceanos foi tarefa arriscada?
mineração (crv) 7º ano
• Atividade III
Peça aos alunos para que observem atentamente o gráfico abaixo:
Perguntas:
1-Qual o título do mapa? O que ele mostra?
2-O que são as áreas pintadas de bege claro?
3-O que são as áreas pintadas de roxo claro?
4-O que está dividindo as terras de domínio espanhol das de domínio português? Vocês sabem o que foi o tratado de Tordesilhas?
5-O que as setas pretas representam? Qual a direção dessas setas? Qual atividade econômica é destacada?
6-Qual o século esse mapa representa?
7-Quais conclusões podemos tirar a partir da análise desse mapa e dos documentos trabalhados acima?
8-Qual a relação existente entre mineração, território brasileiro e ocupação no século XVIII?
2-O que são as áreas pintadas de bege claro?
3-O que são as áreas pintadas de roxo claro?
4-O que está dividindo as terras de domínio espanhol das de domínio português? Vocês sabem o que foi o tratado de Tordesilhas?
5-O que as setas pretas representam? Qual a direção dessas setas? Qual atividade econômica é destacada?
6-Qual o século esse mapa representa?
7-Quais conclusões podemos tirar a partir da análise desse mapa e dos documentos trabalhados acima?
8-Qual a relação existente entre mineração, território brasileiro e ocupação no século XVIII?
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corrida do ouro 7º ano crv
Documento IIl
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Documento IV
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Respondam as perguntas abaixo:
1-O relato de Antonil, documento I, refere-se a que época?
2-Quem vinha para as minas?
3-Qual o resultado dessa imigração para a composição da sociedade que se constituiu em Minas Gerais?
4-Por que o mapa do Brasil foi transformado com o povoamento de Minas?
2-Quem vinha para as minas?
3-Qual o resultado dessa imigração para a composição da sociedade que se constituiu em Minas Gerais?
4-Por que o mapa do Brasil foi transformado com o povoamento de Minas?
Documento ll (CRV) Texto e interpretação População colonial
Documento Il (CRV) População colonial
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Questões:
1)Quais eram as áreas de colonização preferenciais dos portugueses?
2)O documento destaca um movimento migratório. Qual foi a importância desse movimento para o território colonial?
3)Qual região, anteriormente abandonada, foi povoada?
4)O que gerou esse grande deslocamento populacional?
5)Qual característica destacada por Sérgio Buarque para qualificar a imigração?
2)O documento destaca um movimento migratório. Qual foi a importância desse movimento para o território colonial?
3)Qual região, anteriormente abandonada, foi povoada?
4)O que gerou esse grande deslocamento populacional?
5)Qual característica destacada por Sérgio Buarque para qualificar a imigração?
Vocabulário:
a)lavras:
b) procedência;
c) imigração:
d)jazidas:
documentos I (CRV) Perfil da economia mineral do Estado de Minas Gerais
Documento I
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