terça-feira, 27 de agosto de 2013

ROTEIRO DE ATIVIDADES REVOLUÇÃO INDUSTRIAL 1º ano

ROTEIRO DA ATIVIDADE:

a) Explique por que a Revolução Gloriosa, na Inglaterra, contribuiu para a Revolução Industrial.
b) Qual o conceito de revolução Industrial?
c) Cite algumas invenções relacionadas à Revolução Industrial e sua data de criação.
d) Cite e explique as etapas da industrialização.
e) Quais os principais teóricos da Revolução Industrial?
f) Explique as novas classes sociais que surgiu no processo de industrialização.
g) Quais as consequências da industrialização?


REVOLUÇÃO INDUSTRIAL 1ª ANO

TEXTO: A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL NA INGLATERRA
O pioneirismo inglês:
Foi na Inglaterra onde se desenvolveram as primeiras máquinas a vapor e, portanto, onde surgiram as fábricas, com suas chaminés lançando canudos de fumaça e poluindo o ar.
Veja alguns fatores que determinaram o pioneirismo inglês no processo de industrialização:
·o acúmulo de capitais (riquezas, dinheiro) conseguido através da expansão marítimo (lucros do tráfico de escravos, pirataria e exploração de colônias);
·a Revolução Inglesa do século XVII, que eliminou os entraves feudais e permitiu o avanço capitalista no campo (cercamentos, isto é, expulsão dos camponeses das terras para usá-las como pastagens, para criação de animais como cavalos e/ou ovelhas);
·os avanços tecnológicos experimentados pelos ingleses, como a mencionada invenção da máquina a vapor e, posteriormente, o desenvolvimento dos meios de transporte (ferrovias);
·o desenvolvimento da metalurgia, indispensável à fabricação de máquinas, trilhos de ferro etc.;
·a existência de reservas de carvão e ferro, tão necessários para o funcionamento das fábricas;
·a mão de obra com fartura e também barata, uma vez que milhares de camponeses tiveram que deixar o campo e partir para as cidades, devido aos cercamentos.

MAPA:
mapa

ROTEIRO DA ATIVIDADE:
a) Quando e onde teve início a Revolução Industrial?
b) Explique o que eram as manufaturas.
c) Por que a Inglaterra foi pioneira no processo de industrialização?
d) Segundo o mapa acima, em que locais se desenvolveram indústrias metalúrgicas na Inglaterra?
e) No mapa acima, a referência da densidade das enclousures que são os cercamentos dos campos ingleses. O que eram os cercamentos? E qual a sua relação com a Revolução Industrial na Inglaterra?
A vinda da família real para o Brasil
     A Corte Portuguesa mudou-se para o Brasil em 1808, permanecendo até 1821. Tal mudança foi uma saída estratégica para ficar longe da Europa, visto que Portugal estava encurralado num conflito entre a França e a Inglaterra e no dia seguinte da saída da família Real de Portugal, Lisboa, Capital de Portugal foi invadida pelas tropas francesas.
     O Brasil desde essa vinda de D. João VI e da corte portuguesa, em 1808, começou seu próprio caminho para a independência.
     Os portos foram abertos às nações amigas (Portugal não possuía mais o monopólio do comércio brasileiro); o Rio virou a capital do Império, fábricas puderam ser instaladas, a Imprensa Régia começou a funcionar, assim como o Banco do Brasil, a Biblioteca Real, o Jardim Botânico do Rio e a fábrica de pólvora, hospitais, escolas e repartições públicas, o que mudava, em muito, os costumes da colônia.
     O perfil dito à época "de certo gosto pelas coisas espirituais" de D. João permitiu que novas idéias circulassem. Expedições estrangeiras chegaram ao Brasil: uma missão artística francesa e uma missão científica alemã. O imenso país e toda a sua riqueza natural começaram a aparecer nas pinturas e descrições de vários artistas e cientistas.
Dia do FICO - D. Pedro I

Dom Pedro I

Pedro de Alcântara Francisco Antonio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon, que nós conhecemos como D. Pedro I, filho de D. João e de D. Carlota Joaquina, quando chegou ao Brasil tinha apenas seis anos. Formou sua personalidade longe de Portugal o que o tornava alguém bem mais envolvido com os costumes da colônia.
    Em 1821, D. João regressou a Portugal, deixando D. Pedro I no Brasil.
    O contexto iluminista (movimento contra as crenças e instituições estabelecidas que se formava na Europa e também repercutia no continente americano) sinalizava que mudanças teriam de acontecer em breve e havia muita pressão de Portugal (que chegou até a ser governado por um marechal inglês de nome Beresford, que expulsara de lá os franceses) para assegurar que nada mudasse em relação ao domínio sobre o Brasil.
    Em Portugal, revolucionários portugueses haviam tomado o governo e proclamando a criação das Cortes Constitucionais, uma assembléia representante do povo português que iria criar uma constituição para o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Além da criação de uma constituição, e a intenção de retirar a Inglaterra do governo português, as Cortes queriam recuperar economicamente as finanças portuguesas com uma recolonização do Brasil. Queriam então que D. Pedro deixasse o Brasil.

    Partiu dos brasileiros, principalmente dos setores mais aristocráticos da população, o desejo de que D. Pedro não fosse para Portugal (os planos de Portugal eram de que ele fizesse uma conveniente viagem cultural à Inglaterra, França e Espanha). Consta que D. Pedro reconhecia aí um movimento para desestabilizar a monarquia. No Brasil, havia um sentimento de que a sua presença era um reforço no processo já deflagrado para a independência.

O Dia do "FICO" - 09 de janeiro de 1822
     José Bonifácio de Andrada e Silva, como membro do governo provisório de São Paulo, escreveu uma carta a D. Pedro criticando aquela decisão das cortes de Lisboa, carta divulgada pelo jornal Gazeta do Rio de Janeiro, em 8 de janeiro de 1822.
     O Rio de Janeiro iniciou uma coleta de assinaturas, estendendo-a até Minas Gerais e São Paulo que já haviam aderido à causa de emancipação brasileira. As mais de oito mil assinaturas conseguidas foram entregues a D. Pedro por José Clemente Pereira, presidente do Senado da Câmara do Rio de Janeiro, pedindo que ele ficasse. No dia 9 de janeiro de 1822, D. Pedro escolheu desobedecer às ordens das cortes portuguesas e ficar no Brasil, usando estas palavras: "Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico". 

ATIVIDADES:
1)Quais os benefícios com a vbinda da Família real para o Brasil?
2) Como estava Portugal enquanto D. João estava no Brasil?
3) Qual era a intenção de Portugal?
4)O que foi o Dia do Fico?

A VINDA DA FAMÍLIA REAL PARA O BRASIL


Introdução
   Em janeiro de 1808, Portugal estava preste a ser invadido pelas tropas francesas comandadas por Napoleão Bonaparte. Sem condições militares para enfrentar os franceses, o príncipe regente de Portugal, D. João, resolveu transferir a corte portuguesa para sua mais importante colônia, o Brasil. Contou, neste empreendimento, com a ajuda dos aliados ingleses.
Chegada da família real ao Brasil     Nos quatorze navios, além da família real, vieram centenas de funcionários, criados, assessores e pessoas ligadas à corte portuguesa. Trouxeram também muito dinheiro, obras de arte, documentos, livros, bens pessoais e outros objetos de valor.
    Após uma forte tempestade, alguns navios foram parar em Salvador e outros na cidade do Rio de Janeiro. Em março de 1808, a corte portuguesa foi instalada no Rio de Janeiro. Muitos moradores, sob ordem de D. João, foram despejados para que os imóveis fossem usados pelos funcionários do governo. Este fato gerou, num primeiro momento, muita insatisfação e transtorno na população da capital brasileira.
    No ano de 1818, a mãe de D. João, D. Maria I, faleceu e D. João tornou-se rei. Passou a ser chamado de D. João VI, rei do Reino Unido a Portugal e Algarves.

Abertura dos portos às nações amigasUma das principais medidas tomadas por D. João foi abrir o comércio brasileiro aos países amigos de Portugal. A principal beneficiada com a medida foi à Inglaterra, que passou a ter vantagens comerciais e dominar o comércio com o Brasil. Os produtos ingleses chegavam ao Brasil com impostos de 15%, enquanto de outros países deveriam pagar 24%. Este privilégio fez com que nosso país fosse inundado por produtos ingleses. Esta medida acabou prejudicando o desenvolvimento da indústria brasileira.

     Rei D. João VI
Medidas tomadas por D. JoãoD. João adotou várias medidas econômicas que favoreceram o desenvolvimento brasileiro. Entre as principais, podemos citar: estímulo ao estabelecimento de indústrias no Brasil, construção de estradas, cancelamento da lei que não permitia a criação de fábricas no Brasil, reformas em portos, criação do Banco do Brasil e instalação da Junta de Comércio.
Do ponto de vista cultural, o Brasil também saiu ganhando com algumas medidas tomadas por D. João. O rei trouxe a Missão Francesa para o Brasil, estimulando o desenvolvimento das artes em nosso país. Criou o Museu Nacional, a Biblioteca Real, a Escola Real de Artes e o Observatório Astronômico. Vários cursos foram criados (agricultura, cirurgia, química, desenho técnico, etc) nos estados da Bahia e Rio de Janeiro.
Retorno de D. João para Portugal
    Os franceses ficaram em Portugal durante poucos meses, pois o exército inglês conseguiu derrotar as tropas de Napoleão. O povo português passou a exigir o retorno do rei que se encontrava no Brasil. Em 1820, ocorreu a Revolução do Porto, sendo que os revolucionários vitoriosos passaram a exigir o retorno de D. João VI para Portugal e a aprovação de uma Constituição. Pressionado pelos portugueses, D. João VI resolveu voltar para Portugal, em abril de 1821. Deixou em seu lugar, no Brasil, o filho D. Pedro como príncipe regente.
    Pouco tempo depois, D. Pedro tornou-se imperador, após o processo de Independência do Brasil (7 de setembro de 1822).
ATIVIDADES:
1) Por que D.João resolveu transferir a Corte para o Brasil?
2) Quem foi Napoleão Bonaparte?
3)Como foi a recepção da Corte no Rio de Janeiro?
4)Quais as medidad tomadas no Brasil por D.João?
5) Por que a Inglaterra foi beneficiada com as medidas?
6) Por que D.João retornou a Portugal? Qual o feito de D.Pedro no Brasil ?

sexta-feira, 10 de maio de 2013

CONCEITO DE COLONIZAÇÃO 7º ANO


COLONIZAÇÃO
    Colonização é o ato de colonizar, ou seja, quando pessoas de um determinado país ou região vão para uma outra região (desabitada ou com nativos) para habitar ou explorar. No processo de colonização, ocorre a influência ou transferência cultural dos colonizadores para os colonizados e vice-versa.
    Existem dois tipos de colonização: de exploração e de povoamento. No Brasil, por exemplo, a de exploração foi a que predominou, pois os portugueses vieram para o nosso país, a partir de 1500, para retirar recursos naturais e minerais (pau-brasil, ouro, diamantes) ou para produzir açúcar, levando o lucro para Portugal. Os portugueses não estavam interessados em desenvolver o Brasil. Este mesmo tipo de colonização ocorreu nos países da América que foram colonizados pela Espanha.
    Na colonização de povoamento, os colonizadores buscam desenvolver a região colonizada. Criam leis, organizam, investem em infra-estrutura e lutam por melhorias. Como exemplo, podemos citar a colonização inglesa nos Estados Unidos.
    Exemplos de colonização na História:
   - Colonização Americana: Os Estados Unidos foram colonizados por ingleses. O Canadá foi colonizado pelos ingleses e franceses. O Brasil foi colonizado pelos portugueses. Os países de língua espanhola da América (Argentina, México, Peru, Bolívia, Equador, Venezuela, Uruguai, Paraguai, Colômbia, Chile, entre outros) sofreram colonização espanhola.
  - Colonização da África: os países africanos foram colonizados pelos europeus (colonização de exploração). Portugal, por exemplo, colonizou Angola, Moçambique e Cabo Verde. A África do Sul foi colonizada pelos ingleses. Marrocos e Argélia foram colonizados pela França.
  - Colonização da Oceania: tanto Austrália quanto a Nova Zelândia foram colonizadas pela Inglaterra.
RESPONDA:
a) O que significa colonização?
b)Quais os tipos de colonização existem?
c) Como foi a colonização de povoamento?
d)Cite os tipos de colonização?

texto produção de açucar (CRV) PIP

 PRODUÇÃO DE AÇÚCAR - PIP
Reúna-se com seus colegas para ler o texto que segue, escrito no início do século XVIII. Seu autor falava da produção do açúcar, mas tratava, de modo figurado, da maldade humana e, mais diretamente, do sofrimento imposto aos africanos desde sua captura até o degredo para o Brasil. Em seguida responda as questões e se prepare para um debate com a turma.
Texto 1:
        Do que padece o açúcar desde o seu nascimento na cana até sair do Brasil.
        É reparo singular dos que contemplam as coisas naturais, ver que as que são de maior proveito ao gênero humano, não se reduzem à sua perfeição sem passarem primeiro por notáveis apertos: e isto bem na Europa no pão, no azeite e no vinho, frutos da terra tão necessários, enterrados, arrastados, pisados, espremido, e moídos antes de chagarem a ser perfeitamente o que são.
        E nós muito mais o vemos na fábrica do açúcar, o qual desde o primeiro instante de se plantar até chegar às mesas, e passar entre os dentes a sepultar-se no estômago dos que o comem, leva uma vida cheia de tais e tantos martírios, que os que inventaram os tiranos, lhes não ganham vantagem.
Porque se a terra, obedecendo ao Império do Criados, deu liberalmente cara se regalar com a sua doçura aos paladares dos homens; estes, desejosos de multiplicar em si deleitos e gostos, inventaram contra a mesma cana, com seus artifícios, mais de cem instrumentos, para lhe multiplicarem tormentos e penas.
      Por isso fazem primeiramente em pedaços as que plantam, e as sepultam assim cortadas na terra. Mas elas tornando logo quase milagrosamente a ressuscitar (...).
      Já abocanhadas de vários animais, já derrubadas (...) já descabeçadas e cortadas com foices. Saem do canavial amarradas: ou nos carros de boi, ou nos barcos ã vista das outras, filhas da mesma terra, como os réus que vão algemados para a cadeia, ou para o lugar do suplício padecendo (...) e dando a muitos terror.
      Chegadas à moenda, com que força e que desprezo se lançam seus corpos esmagados, e despedaçados ao mar? Com que impiedade se queimam, sem compaixão no bagaço?
Arrasta-se pelas bicas quanto humor saiu de suas veias, e quanta substância tinham nos ossos: (...) vai a ferver nas caldeiras (...). Quantas vezes o vão virando e agitando com escumadeiras medonhas? Quantas, depois de passado por assadores (...) experimentando ele de tacha em tacha o fogo mais veemente; e às vezes desafogueado algum tanto, só para que chegue a padecer mais tormentos?
Crescem as bateduras (...); multiplica-se a agitação com as espátulas: deixa-se esfriar como morto nas formas: leva-se para a casa de purgar sem terem contra ele um mínimo indício de crime; e nela chora ferido a sua tão malograda doçura. Aqui dão-lhe com barro na cara (...). Correm suas lágrimas por tantos rios, quantas são as bicas que as recebem: e tantas são elas, que bastam para encher tanques profundos. Oh! Crueldade nunca vista! As mesma lágrimas do inocente se põem a ferver e a bater de novo nas tachas: as mesmas lágrimas [no] fogo do alambique. E quanto mais chora sua sorte, mais tornam as escravas a dar-lhe na cara com barro.
Sai desta sorte do purgatório, e do cárcere, tão alvo, como inocente; e sobre um baixo balcão se entrega a outras mulheres, para que lhes cortem os pés com facões: e estas não contentes de lhos cortarem (...) folgam de lhes fazer os mesmos pés em migalhas.
Daí passa ao último teatro de seus tormentos (...) e por isso partido com quebradores, cortado em facões (...) arrastado com rodos (...) farta a crueldade de tantos algozes (...). Examina-se por remate na balança do maior rigor o que pesa, depois de feito em migalhas (...). Cuidava eu, que depois de reduzido ele a este estado tão lastimoso, o deixassem: mas vejo, que sepultado em uma caixa, não se fartam de o pisarem com pilões, nem de lhe darem na cara (...).
Pegam-no finalmente, e marcam com fogo seu sepulcro: e assim pregado (...) torna por muitas vezes a ser vendido e revendido (...) se se livra das prisões do porto, não se livra das tormentas do mar, nem do degredo, com imposições de tributos, tão seguro de ser vendido entre cristãos , como arriscado a ser levado para Argel entre mouros.
E ainda assim sempre doce e vencedor de amarguras, vai a dar gosto ao paladar dos seus inimigos nos banquetes, saúde nas mezinhas aos enfermos e grandes lucros ao senhor de engenho e aos mercadores que o compraram e o levaram degredado; e muitos maiores emolumentos à fazenda real nas alfândegas.

ANTONIL, André João (João Antonio Andreoni). Cultura e opulência do Brasil: por suas drogas e minas. Rio de Janeiro: IBGE/ Conselho Nacional de Geografia, 1963 (1711). p. 56-57

Responda:
1)O texto foi escrito em uma linguagem metafórica. O que é uma metáfora? Procure o significado em um dicionário. Encontre três metáforas no texto, anote-as e explore seu significado.
2)Por que o autor do texto chama a produção açucareira de “fábrica do açúcar”?
3)O autor comparava as etapas de produção do açúcar com o processo de escravização. Quais os elementos utilizados no texto para essa comparação?
4)O autor do texto fala de escravas. Somente mulheres foram escravas no Brasil? Por que o autor só menciona as mulheres?

Produção de açucar (CRV) textos pip

Textos produção de açúcar- PIP
Escolha um dos trechos abaixo para comentar. Redija um pequeno parágrafo e apresente para seus colegas.
 Texto 1:
    E verdadeiramente quem via na escuridade da noite aquelas fornalhas tremendas perpetuamente ardentes (...) o ruído das rodas, das cadeias, da gente toda de cor da mesma noite, trabalhando vivamente, e gemendo tudo ao mesmo tempo, sem momento de tréguas, nem de descanso; quem vir enfim toda a máquina e aparato confuso e estrondoso daquela Babilônia, não poderá duvidar, ainda que tenha visto [vulcões], que é uma semelhança do inferno.
Padre Antonio Vieira (meados do século XVII)
ATIVIDADES
a)Quando foi escrito o texto?
b) Havia leis trabalhistas como nos tempos modernos?
c)Quem escreveu o texto?
d) De que o autor está se referindo com o texto?

 Texto 2: Uma verdadeira fábrica
    Até o século XVIII, a produção de açúcar na colônias americanas foi a atividade mais complexa e mecanizada conhecida pelos europeus. A necessidade da produção em larga escala organizou o trabalho, nas unidades açucareiras, dentro de um rígido espírito de ordem, hierarquia, seqüência e disciplina. Visto desse ângulo, constituiu-se, caracteristicamente, em manufatura moderna. Em seu espaço, o processo produtivo decompôs o ofício manual, especializou ferramentas, formou trabalhadores parciais, agrupando-os e combinando-os num mecanismo único.
FERLINI, Vera Lúcia Amaral. A civilização do açúcar: séculos XVI a XVIII. São Paulo: Brasiliense, 1987. p. 46. (Coleção Tudo é história)
e) Onde era a produção de açúcar?
 Texto 3:
A jornada de trabalho dos engenhos estendia-se aos limites da exaustão física: moendo ininterruptamente, utilizavam dois turnos de trabalhadores. (...) Durante a safra, o engenho operava vinte horas seguidas (...).
FERLINI, Vera Lúcia Amaral. A civilização do açúcar: séculos XVI a XVIII. São Paulo: Brasiliense, 1987. p. 46. (Coleção Tudo é história)
f) Quais os turnos trabalhados nos engenhos?Quantas horas diárias? Quem trabalhava?
 Texto 4:
No século XVI, a mão-de-obra básica, em muitos engenhos, era formada por indígenas aprisionados pelas expedições portuguesas ao interior da colônia. No engenho do Sergipe, por exemplo, durante o ano de 1572, os índios ocupavam-se de tarefas de muita responsabilidade e apareciam em maior número que os africanos.
TRINDADE, Etelvina. O trabalho nos engenhos. São Paulo: Atual, 1996. p. 19
g)De acordo com o texto,quem trabalhava nos Engenhos?