terça-feira, 1 de outubro de 2013

Os Escravos na Produção do açúcar no Brasil Colonial pip 7º ano

  OS ESCRAVOS NA PRODUÇÃO DO AÇÚCAR NO BRASIL COLÔNIA-PIP  
    As fazendas produtoras de açúcar no período histórico da colonização no Brasil eram referidas como engenho de açúcar. O termo também define as maquinas utilizadas para moer a cana-de-açucar.   Os engenhos de açúcar eram predominantes no nordeste e destinavam a sua produção de açúcar para a metrópole portuguesa e para o mercado europeu.
      O engenho era composto pela casa-grande, senzala, capela, horta e o anavial. Era utilizada a mão-de-obra escrava dos negros africanos. Depois da expulsão dos holandeses, a produção do açúcar brasileiro passou a sofrer a concorrência do açúcar holandês produzido nas ilhas da América Central.
      O chamado engenho-banguê incluía a moeda, a casa das caldeiras e a casa de purgar. Os engenhos resistiram até o século XX, nos estados de Pernambuco, Rio de Janeiro, Alagoas e São Paulo.
Foram finalmente extintos, a partir da evolução da agroindústria e o surgimento das usinas de açúcar e álcool.
    No engenho, as etapas de produção do açúcar iniciavam-se na moagem de cana. Na moagem era extraído o caldo de cana; posteriormente encaminhado para o tanque e depois armazenado.
    Para a produção da cachaça, o caldo era  armazenado para a fermentação e destilação. Na produção do açúcar, o caldo era colocado em tachos de cobre em fogo, até a etapa do resfriamento do mel.

ATIVIDADES:
1) RESPONDA:
a) O que era um engenho de açúcar?
b) Para onde era destinada a açúcar do Brasil?
c)Como era composto o Engenho?
d)Onde existiam os Engenhos no Brasil Colônia?
e)Quais as etapas de produção do açúcar?
f) Como era a produção da cachaça?

O Engenho de açúcar colonial pip 7º ano

  O ENGENHO DE AÇÚCAR COLONIAL- PIP
 O engenho de açúcar colonial foi a primeira atividade econômica de grande escala exercida pelos portugueses nas terras coloniais.
   A produção do açúcar seguia uma lógica de funcionamento nos engenhos coloniais. Existiam duas principais formas de engenho: os movidos ou deslocados por força animal (que eram chamados de trapiches); e os engenhos movidos por força hidráulica, ou seja, movidos pela água (denominados reais).
      Nenhuma das etapas de produção poderia faltar, desde a preparação da terra, plantio, colheita, corte e transporte (feitos em barcas e carros de boi), moagem, cozimento, purga, branqueamento, até a secagem e a embalagem. O processo de produção do açúcar passava por todas essas etapas.
   Na moenda, trabalhavam um feitor-pequeno, um lavadeiro e 15 escravos. Lá, a cana-de-açúcar que havia sido colhida e transportada era moída e prensada por grandiosas e pesadas engrenagens.
   Depois de moer e prensar a cana, o caldo obtido era cozido na casa das fornalhas (cozinha). Nesse recinto trabalhavam aproximadamente 28 escravos, um mestre de açúcar, um banqueiro, dois caldeireiros de melar e um caldeireiro de escumar. Nas fornalhas retirava-se toda a impureza e produzia-se um caldo chamado de melaço.
   O melaço era levado para a casa de purgar e ficava lá por duas semanas em formas de barros com furos de drenagem (nesse momento, a aguardente poderia ser produzida). Nessas formas colocavam-se água e barro juntamente com o melaço. Depois de 40 dias eram produzidos três tipos diferentes de açúcar (escuro, mascavo e branco). Para a realização desse processo na casa de purgar, eram necessários um purgador e cinco escravos.
   A última parte da produção do açúcar nos engenhos coloniais era a etapa da secagem e embalagem do produto. Para isso, utilizavam-se um caixeiro e 19 escravos, que cortavam o melaço sólido (açúcar) e separavam os diferentes açúcares. Após a separação, o açúcar era batido, esfarelado e embalado.
   No final do processo da produção do açúcar e do funcionamento do engenho colonial, tudo o que era produzido nos engenhos era enviado por navio aos mercadores europeus que negociavam o açúcar na Europa por um alto custo. A produção de açúcar, no período colonial, moveu a economia no Brasil.

ATIVIDADES:
1) RESPONDA: 
a) Qual a primeira atividade do Brasil colônia?
b) Quais as principais formas de engenho existente no Brasil colônia?
c)O que significa trapiches?
d)Quais eram as etapas de produção nos engenhos?
e)Quem trabalhava na moenda e o que faziam?
f)Quem trabalhava na fornalha e o que faziam?
g)Para onde levam o melaço?
h)Quais os tipos de açúcar eram produzidos?
i)Quem trabalhava na secagem e embalagem do açúcar?

2-COMPLETE AS LACUNAS:
a)O _____________________________ foi a primeira atividade do Brasil colonial.
b) Havia duas formas de engenho:os movidos por_____________________________ e o movidos pela força______________________________.
c)Na________________________ a cana de açúcar era moída e prensada por pesadas engrenagens.
d) Nas ______________________________ retirava toda a impureza e produzia um caldo chamado ______________________________.
e) Na casa de purgar era necessário_______________ escravos.
f) tudo que era produzido nos engenhos era levado para o _______________ aos ____________________ europeus que negociavam o _______________________ na ______________________ por um alto custo.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

IMPÉRIO 1º ano

Império

     O período do Brasil Império teve início em 1822, com a proclamação da Independência, e durou até 1889, quando foi instaurada a República. Inicialmente, países europeus não reconheceram o reinado de D. Pedro I.
  Os Estados Unidos, que através da Doutrina Monroe defendiam a autonomia do continente americano, foram os primeiros a aceitar a emancipação política do Brasil. A Coroa Portuguesa somente reconheceu a independência do Brasil em agosto de 1825, após intervenção da Inglaterra, que obteve assim inúmeras vantagens comerciais. Portugal também recebeu 2 milhões de libras, a título de indenização.
   A Carta de 1824 foi a primeira Constituição do país, cujas leis vigoraram durante todo o Brasil Império. o documento estabeleceu, entre outros pontos, a Monarquia Constitucional, com governo centralizado; sistema representativo com Senado e Câmara dos Deputados; quatro poderes políticos harmônicos – Executivo, Legislativo, Judiciário e Moderador -, este último exercido pelo Imperador. O direito de votar e de se eleger estava vinculado à posição social e patrimônio financeiro, o que excluía a maior parte da população.
    Durante o início do período imperial o país atravessava grave crise econômica. As lavouras tradicionais de exportação, como cana de açúcar, algodão e tabaco entraram em decadência com a concorrência de outros países. Além do mais, o Brasil tinha mais custos com a importação de manufaturas do que os ganhos obtidos com a exportação de produtos agrícolas.
    Mas não era só na área econômica que D. Pedro I enfrentava dificuldades. Em 1826, com a morte de D. João VI, o trono português passou a pertencer ao imperador do Brasil. Pressionado pela elite brasileira, que temia a recolonização do país, D. Pedro I renunciou em favor de sua filha, D. Maria da Glória. Como ainda era criança, o trono passou a ser regido por D. Miguel, irmão de D. Pedro I, que, com apoio de outros países, foi aclamado rei em 1828.
     Para reaver o trono, o imperador decidiu ajudar financeiramente a luta contra D. Miguel em Portugal. Isso aumentou mais ainda a crise econômica e o descontentamento das forças políticas de oposição brasileira. Outros acontecimentos deixavam clara a insatisfação popular, como as Revoluções Liberais de 1830, protestos contra o assassinato do jornalista Líbero Badaró, que fazia críticas ao governo, e lutas de rua entre brasileiros e portugueses, como a Noite das Garrafadas, levaram D. Pedro I a abdicar, em 1831.
Período Regencial (1831 a 1840)
    Filho de D. Pedro I, Pedro de Alcântara foi aclamado imperador do Brasil. O regime monárquico foi mantido e três regentes escolhidos para governar em nome do soberano, até que atingisse a maioridade, o que aconteceria em 1843. O período regencial foi um dos mais conturbados da história do Brasil. Proprietários rurais do Sudeste dominavam o governo e as províncias lutavam por maior automia política. A disputa ameaçava dividir o Império em regiões independentes.
   Em 1834 o Ato Adicional introduziu modificações na Constituição de 1824. O Conselho de Estado (cujos representantes eram favoráveis à restauração do Primeiro Reinado) foi extinto, Assembleias Legislativas provinciais foram criadas e a cidade do Rio de Janeiro transformada em município neutro da corte. A Regência Una foi instituída no lugar da Trina. Eleita por votação nacional, fortaleceria os setores aristocráticos regionalistas e federativos.
   As disputas políticas permaneceram acirradas e, em 1840, para retirar os conservadores do poder, os liberais propuseram a antecipação da maioridade do Imperador. A Revolução Parlamentar ou Maiorista terminou com a regência e deu início, três anos antes do previsto, ao governo pessoal de D. Pedro II, que duraria até 15 de novembro de 1889.
Parlamentarismo
    Em 1847, foi criado o cargo de Presidente do Conselho de Ministros, também chamado Chefe de Gabinete, cargo semelhante ao do primeiro-ministro nos países europeus. O regime tornou-se então Parlamentarista desde essa data até a proclamação da República (1889). O Parlamentarismo brasileiro foi chamado de "Parlamentarismo às avessas", já que o poder Legislativo, ao invés de nomear o Executivo, estava subordinado a este.
Fim do Império
     As mudanças econômicas e sociais a partir da metade do século XIX levaram à proclamação da República. A Guerra do Paraguai (1864-1870), que obrigou o Brasil a contrair empréstimos vultosos e provocar um desequilíbrio financeiro, acirrou a insatisfação com o regime monárquico. Além disso, a classe média formada por profissionais liberais, funcionários públicos, estudantes, etc, queria mais liberdade e poder de decisão. A sucessão do trono também era questionada, já que D. Pedro II tinha apenas filhas mulheres. A princesa Isabel, que assumiria o poder após a morte do pai, era casada com um francês, o que levantava o temor de o país ser governado por um estrangeiro.
    A abolição da escravatura também colaborou para o fim do Brasil Império, que perdeu importante apoio das elites agrárias, prejudicadas com a decisão do governo de não indenizá-las de acordo com o número de escravos alforriados.
    Desgastado, o Império tentou promover reformas na ordem política. Um novo Ministério da Guerra foi formado, sob o comando de Afonso Celso de Assis Figueiredo, o visconde de Ouro Preto. Ele ficaria responsável por garantir a sucessão da monarquia.
    Apesar de descrente com a Monarquia, o movimento de 15 de novembro de 1889 não contou diretamente com a participação popular. No Rio de Janeiro, os republicanos pediram ao Marechal Deodoro da Fonseca para comandar o movimento revolucionário que substituiria a Monarquia pela República. Na manhã de 15 de novembro de 1889, sob o comando do marechal Deodoro, tropas saíram às ruas para derrubar o ministério de Ouro Preto, que foi deposto.
     Dom Pedro II, que estava em Petrópolis durante os acontecimentos, voltou à corte para tentar formar um novo ministério, sem sucesso. Um governo provisório foi constituído, com o marechal Deodoro da Fonseca no comando.
     No dia 17 de novembro, sob forte esquema de segurança, Dom Pedro II, que decidiu não se opor ao movimento, partiu com a família para a Europa.
Fonte:
Câmara dos Deputados
Domínio Público

ATIVIDADES DE ACORDO COM O TEXTO- PIP
1)Quando teve início o Império no Brasil?
2)Por que os E.U.A aceitaram a emancipação política do Brasil?
3)Quando Portugal reconheceu a emancipação política do Brasil? Por que?
4)O que a Constituinte de 1824 declarava?
5) Como era estabelecido a questão de voto?
6) Como era o perfil do Brasil no início do Império?
7)Durante o Império como estava a situação da côrte portuguesa?
8) O que fez o Imperador para reaver o trono de Portugal?Qual foi a reação da população?
9) Por que o período regencial foi o mais conturbado da História do Brasil?
10) O que foi o Ato Adicional? Por que foi criado?
11) O que foi o Parlamentarismo?
12)Como ocorreu o término do Império?


terça-feira, 27 de agosto de 2013

SITUAÇÃO DA CORTE PORTUGUESA EM PORTUGAL 1º ano

2– Situação da corte portuguesa que ficou em Portugal
"... O momento vai-se tornando sobremaneira crítico para Portugal... Creio que uma reforma pronta no governo de Portugal é uma absoluta necessidade e que El-Rei não deve hesitar em mandar imediatamente seu filho primogênito, nomeando-lhe um conselho de gente capaz, se a achar, dando-lhe poderes muito extensos. [Os regentes de Portugal] reconhecem o descalabro econômico e financeiro do país. [Percebem] que o país chegara a uma crise... [não poupam] uma referência de censura à decisão que determinara a abertura dos portos do Brasil que privou Portugal do comércio exclusivo com aquele reino nem se esqueciam de condenar as condições em que, pelo tratado de 1810, a débil indústria portuguesa se vira batida, na metrópole e no Brasil, pela produção britânica [...]".
Carta do Conde de Pámela, 6 de março de 1820 – adaptada. Documento encontrado no livro didático Brasil: Encontros com a História, volume dois, dos autores Vanise Ribeiro e Carla Anastasia
Roteiro de Leitura
• Quem escreveu a carta?
• Qual a data da carta? Em qual contexto histórico ela está inserida?
• Qual a situação de Portugal contada pelo Conde de Pámela?
• A carta mostra um desagrado dos regentes de reino com relação a algumas medidas tomadas por D. João referentes ao Brasil e que estavam prejudicando Portugal. Que medidas são essas? De que maneira elas prejudicavam Portugal?
• Qual o conselho do Conde ao Rei?

SITUAÇÃO DA CORTE PORTUGUESA 1º ano

1- Situação da corte portuguesa que veio para o Brasil
Trechos de cartas de Luiz Joaquim dos Santos Marrocos, escritas do Rio de Janeiro a sua família em Lisboa. Luiz Joaquim fazia parte da imensidão de funcionários que, com a transmigração da Corte portuguesa para o Brasil, vieram na ocasião ou depois para ter emprego. Ele chegou ao Rio em 1811, juntamente com a segunda remessa dos livros da Biblioteca Real com a qual trabalharia.
"Ainda que aqui se tem preparado uma grande parte das embarcações de guerra, ninguém por hora se lembra de nos transferirmos a Lisboa; antes pelo contrário há disposição de não ser tão cedo; não só porque crescem aqui as obras de melhores acomodações futuras, mas há coisas particulares, e não sei se expressões de autoridade, que fazem recear uma mui prolongada permanência nesse clima. Por todas as Repartições Eclesiásticas, Civis e Militares há estas aparências; e há tratantes que nem se querem lembrar de Lisboa...". (Carta de Março de 1814 - Adaptada)
"José Egydio Alvares de Almeida lá vai para o Rio Grande ver e arranjar uma grande fazenda que comprou por 63 mil cruzados, e ali, estabelecer uma fábrica de couros, de sociedade com Antônio de Araújo". (Carta de Fevereiro de 1814 - Adaptada)
Anais da Biblioteca Nacional, vol.56,p.185 e 188
Roteiro de Leitura
• Quem estava escrevendo as cartas? Para quem?
• Qual a data das cartas?
• O que Luiz Joaquim nos informa sobre a disposição da Corte para retornar a Portugal?
• Qual a razão apontada por Luiz Joaquim para a prevista demora do retorno da Corte?
• Qual era a situação da corte portuguesa que se instalou no Rio de Janeiro?

texto Período Joanino 1º ano


PERÍODO JOANINO
b) LEIA  o seguinte texto :
"Vale a pena lembrar que, do ponto de vista político, a vinda da corte teve um efeito ambíguo. Não se tratava de uma simples visita da rainha, ‘D. Maria, a louca’, e de D. João, príncipe regente, com seus demais familiares e lacaios. Longe disso, a transmigração régia implicou a transferência de inúmeros funcionários metropolitanos, boa parte deles pertencentes à nata da administração e da aristocracia portuguesas. Uma vez instalada, a nova corte deu origem a uma situação inusitada: o Império colonial português passa a ter duas sedes, uma em Lisboa e outra, no Rio de Janeiro. Enquanto a ameaça napoleônica pairou sob o mundo europeu, havia justificativa para tal situação. A partir de 1815, porém, ela deixou de existir. Essa data marca a derrubada de Napoleão e, ao mesmo tempo, o progressivo restabelecimento dos sistemas monárquicos europeus.
... A tensa relação entre essa elite (que veio para o Brasil) e a que permaneceu em Portugal culminou em 1820. Nesse ano tem início a Revolução do Porto. Tratava-se de um movimento liberal, voltado para a convocação de uma assembléia constituinte, mas que exigia o retorno imediato do rei à metrópole. Um ano após sua eclosão, D.João e uma parcela significativa de sua corte retornavam. No entanto, a dualidade de poder não havia sido extinta: como regente brasileiro ficou D. Pedro, e, com ele, segmentos importantes do antigo grupo que havia fugido de Portugal. O alvo da pressão metropolitana pelo retorno do rei volta-se agora para o regente : em 21 de setembro de 1821, um decreto determina seu retorno imediato. (...) D. Pedro resiste a essa pressão e, em 9 de janeiro de 1822, torna pública sua decisão de permanecer no Brasil. (...) As duas cortes, dessa forma, disputam o poder, até que em 7 de setembro de 1822, D. Pedro rompe definitivamente com a antiga pátria-mãe, sagrando-se imperador a 12 de outubro desse mesmo ano".
PRIORE, Mary Del,VENÂNCIO, Renato Pinto. O Livro de Ouro da História do Brasil.São Paulo: Ediouro, 2001 p.198-199.
A) . Após a primeira leitura esclareça o vocabulário necessário e  leiam uma segunda vez.
D) Respondam as seguintes perguntas relativas ao texto:
• Qual a situação gerada pela vinda da corte exposta no texto?
• O texto afirma que 1815 marca a derrota de Napoleão e o progressivo restabelecimento dos sistemas monárquicos europeus. Diante dessa nova situação, a corte poderia voltar e se estabelecer novamente em Portugal. O que aconteceu com a corte após 1815? • O que o confronto das duas cortes (a que veio para o Brasil e a que ficou em Portugal) gerou? • O que a foi a Revolução do Porto e o que ela representou? Qual foi o resultado desse embate entre as cortes?

F):Por que D. João não voltou com a corte para Portugal quando se viu livre do perigo napoleônico? O texto fala de uma relação tensa entre as elites. Podemos falar que houve um confronto de interesses.

ATIVIDADES REVOLUÇÃO INDUSTRIAL LIVRO DIDÁTICO 1º ano


MONTAR UMA PESQUISA USANDO O LIVRO TEXTO:
a) Título
b) Conceito de Revolução Industrial
c) Quando ocorreu
d) Onde ocorreu
c) Objetivos
d) Características
e) Principais sujeitos sociais envolvidos
f) Consequências
e) Imagens (PODE SER DESENHO)